
O proprietário da microdistribuidora San Lucas, Francisco Alves, já trabalhava no setor de vendas, mas acredita que, com essa nova forma de negociar, o faturamento deve melhorar. “Antes, nossa média era de R$ 45 mil por mês. Com essa nova abordagem, esperamos que esse número dobre”, disse. O investimento inicial para o espaço físico, carros e pessoal foi de R$ 60 mil a R$ 70 mil. Os 15 funcionários que trabalham são, em sua maioria, autônomos, que ganharão comissão de 30% em cima do valor das vendas. Um kit básico, com 15 unidades, que pode ser montado pelo cliente, pode sair por R$ 10. A intenção é que, até o final do ano, 100 revendedores estejam incorporados ao negócio.
“Temos intenção de atingir as classes C, D e E que, principalmente aqui no Nordeste, possuem um potencial enorme. Mas, nesse caso, não vamos apenas sair lucrando, também vamos gerar trabalho e renda”, considerou o diretor regional da Nestlé, Alexandre Costa. Antes de serem efetivados, os trabalhadores passam por um treinamento, para que saibam conceitos nutricionais, formas de abordagem de clientes e também uma noção básica de matemática. A próxima microdistribuidora em Pernambuco deverá ser em Caruaru, mas a expectativa da Nestlé é que, até o final do ano, outros 14 microdistribuidores sejam instalados no Estado.
Fonte: Folha Online
0 comentários:
Postar um comentário
Aproveite este espaço com responsabilidade e exerça seu papel de cidadão .